segunda-feira, 7 de julho de 2008
"Como Viver Junto"
http://p.php.uol.com.br/tropico/html/textos/2843,1.shl
sexta-feira, 4 de julho de 2008
EXPOSIÇÃO IRIANA VEZZANI
Minha amiga Ira vai expor no SESC Curitiba, a abertura será no dia 09/07! Fico muito feliz porque conheço bem seu trabalho e melhor ainda, a pessoa! A Iriana é mãe de família, está terminando o curso de Artes na Federal e ainda encontra tempo p desenvolver seus trabalhos e ajudar os professores nas exposições que estão montando junto com outros alunos e ex- alunos (como eu \o/\o/)!
Na última exposição que fizemos juntas em Ponta Grossa, fiz várias fotos de seu trabalho; foram essas fotos que ela levou p o SESC e foram escolhidas p o cartaz e o convite – isso me deixou ainda mais feliz, mas reconheço q a qualidade das fotos é o reflexo da qualidade de seu trabalho.
Ele gira em torno das cicatrizes da cidade, fendas abertas nas ruas, bueiros nas calçadas...ao derramar o chumbo derretido sobre elas, obtém uma impressão que é um registro dessas marcas, mas suas bordas irregulares denunciam - como diz Dulce Osinsky no texto de apresentação, que nem tudo está sob controle.
Eis o texto na íntegra:
AS CICATRIZES DA CIDADE
Cicatrizes, gravuras no corpo impressas pela vida. Marcas investidoras de humanidade, a perpetuar em cada um de nós vestígios de uma trajetória pessoal.
Protagonistas de um redemoinho civilizatório que tem nas cidades seu lócus privilegiado, também deixamos marcas de nossas ações construtivas – e destrutivas – nos espaços que habitamos. Uma cidade nunca está pronta, todo dia se reconstrói, e nesse processo muitas vezes doloroso as cicatrizes são inevitáveis. Marcas do inacabado, do uso constante ou da depredação, elas também podem ser, como os bueiros, sinalizações do que deve ficar oculto sob a terra, como os esgotos urbanos ou a água poluída que escorrerá para os rios. Um olhar mais cuidadoso para o chão das vias publicas, que todos os dias suporta nossos passos mas de cujos detalhes não nos atentamos, nos mostrará as fissuras das calçadas, os inúmeros consertos e remendos, testemunhos de uma realidade urbana em constante transformação, nem sempre para melhor.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
EXPOSIÇÃO LENORA DE BARROS
TEMPORÁLIA - LENORA DE BARROS
"Temporália" tem como uma de suas principais atrações a instalação "Quanto Tempo o Tempo Tem", que coloca o espectador em uma cabine retangular de vidro ouvindo uma performance vocal que vai de um tom violento, logo no início, a momentos mais calmos, mas sempre com uma tensão presente.
Jogos visuais
Outra obra inédita é o vídeo "Tempinho", no qual a artista, com uma pinça, começa a fazer brincadeiras visuais com diminutos ponteiros de relógio, lidando com o acaso e até criando formas mais figurativas, parecidas com pássaros.
O tema da identidade é forte em uma série de quatro fotografias da língua de Lenora, realizadas em quatro momentos (1979, 1990, 1994 e 2008), com nítidas diferenças e que dialogam com outra fotografia, na qual a superfície lunar é mesclada a uma obra retratada por Man Ray. "Há uma conversa visual entre os dois trabalhos e eles lidam com o tempo e suas marcas, seus registros", diz.
As palavras, com inúmeros rearranjos e novos sentidos, são a matriz do que Lenora chama de "placas". "Fiz uma pesquisa intensa para achar essas palavras, que, colocadas nesse contexto, criam novas leituras", afirma a artista, que foi uma das curadoras de grande exposição sobre a poesia concreta no ano passado, no Instituto Tomie Ohtake. "É provável que se veja alguma referência à poesia concreta na mostra.
por Redação/Folha Online
Quando: abertura 19/06, às 20h; de seg. a sex., das 10h às 19h; sáb., das 11h às 17h; até 16/7
Onde: galeria Millan (r. Fradique Coutinho, 1.360, tel. 0/xx/11/3031-6007)
Quanto: entrada franca
mais informações:
http://www.galeriamillan.com.br/
Goya
26 de junho, 2008 - 13h00 GMT (10h00 Brasília)
Anelise Infantede Madri para a BBC Brasil
Famoso quadro atribuído a Goya não é dele, dizem especialistas
Restauradores do Museu do Prado, em Madri, afirmaram nesta quinta-feira que o famoso quadro O Colosso, que era atribuído ao artista espanhol Francisco Goya, não é dele.
Em uma entrevista coletiva em Madri, os chefes de conservação do Museu confirmaram o engano com relação à autoria da obra.
Segundo eles, a identidade do pintor do quadro ainda é desconhecida, mas provavelmente seria do espanhol Asensio Juliá, único discípulo do mestre barroco.
"Em minha opinião é um quadro assinado e feito por um artista diferente de Goya. Notamos que há outra mão ali e é distinta", afirmou a Diretora de Conservação de Pintura do século XVIII do Museu do Prado e especialista em Goya, Manuela Mena.
Durante quase 80 anos, o quadro esteve exposto em lugar de destaque no museu e era considerado uma das jóias da arte espanhola.
O Colosso representa um gigante enfurecido que ameaça uma cidade e foi considerado uma das obras mais representativas da produção de Goya sobre a guerra da independência de Madri de 1808, quando a cidade se rebelou contra a invasão napoleônica.
A celebração do bicentenário desta independência acabou levando às suspeitas sobre a autoria do quadro.
Um evento no Museu do Prado, em janeiro, que reuniu vários especialistas e restauradores para analisar a obra de Goya, levantou dúvidas sobre a autoria de O Colosso.
Os especialistas, que realizaram um inventário e uma mesa de debate, antecedendo a exposição Goya em tempos de guerra, inaugurada em abril e que permanece aberta ao público, concluíram que o quadro apresenta traços estilísticos e inscrições pouco comuns às obras do pintor - que deixou vários quadros sem assinatura.
A diretora de conservação Manuela Mena, comentou que "as dúvidas eram históricas e o mais prudente seria eliminar o quadro da mostra sobre a guerra e investigar a autoria".
O Chefe de Conservação do museu, José Luis Díez, disse que a principal pista de que O Colosso não seria de Goya foi um inscrição quase apagada encontrada no canto inferior esquerdo da obra, pintada entre 1808 e 1812, com as iniciais AJ.
"Mas o que nos chamou mais atenção foi a diferença de traços estilísticos", comentou Mena.
O diretor geral do Museu do Prado, Miguel Zugaza disse que O Colosso permanecerá na sala original onde está desde 1931 dentro do pavilhão dedicado a Goya, até que a autoria correta seja esclarecida.
Asensio Juliá, nascido em 1760, foi um dos poucos colaboradores de Goya, que viveu que viveu de 1746 a 1828. Os principais registros da atuação dele com o mestre do classicismo estão nos afrescos da igreja de Santo Antonio da Florida, em Madri.
As primeiras referências bibliográficas sobre O Colosso apareceram no inventário do artista feito pelo filho dele, Javier Goya, e que depois passaram ao colecionador espanhol Pedro Durán.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/06/080626_goyafalsoespanhaai.shtml
terça-feira, 1 de julho de 2008
INHOTIM
Esse é o link oficial de lá:
http://www.inhotim.org.br
=)
SITE INTERESSANTE
É provável que vcs conheçam, mas fica a dica p notícias da semana!
bjos
www.canalcontemporaneo.art.br
ANO 8 - N. 69 / 30 DE JUNHO DE 2008
EDIÇÃO SIMPLIFICADA:
CIRCUITO Alexandre Vogler nas ruas do Rio de Janeiro
CIRCUITO Fotoencontro 2008 na Mercedes Viegas, Rio de Janeiro
Emoção Art.ficial 4.0 Emergência! no Itaú Cultural, São Paulo
Palestra Relatório do Pensamento Emergente, com Roberto Freitas no Victor Meirelles, Florianópolis
CURSOS E SEMINÁRIOS Simpósio Internacional Emoção Art.ficial 4.0 Emergência! no Itaú Cultural, São Paulo
NOTA Bienal do Mercosul anuncia curadoria-geral da 7ª edição
CANAL INFOS&LINQUES
